Os algoritmos e as paletas do efeito dithering produzem uma imagem estática. O dithering online mantém os valores finais dentro da paleta. Floyd–Steinberg, opção inicial, distribui erro entre quatro posições próximas. Atkinson usa seis, mas transmite só três quartos do erro; por isso pode mudar o equilíbrio de luz e sombra. Jarvis–Judice–Ninke e Stucki trabalham com vizinhanças mais largas. Burkes usa duas linhas. Sierra, Sierra Two-row e Sierra Lite completam as opções de difusão com três distribuições diferentes. Não são apenas níveis de força de um mesmo efeito: mudam posições e pesos do cálculo.
A força de difusão varia de zero a cem por cento. Em zero, o erro não chega aos vizinhos e cada pixel recebe diretamente a cor mais próxima. A serpentina inverte a direção de linhas alternadas e espelha os pesos na horizontal. Os dois controles afetam somente a difusão. Eles ficam ocultos para Bayer, limiar e ruído, evitando sugerir que uma opção sem efeito também modificaria essas saídas.
Bayer 2×2, 4×4 e 8×8 usam matrizes de limiar construídas por recursão. As menores repetem seu desenho de forma mais evidente; as maiores oferecem mais posições em cada bloco repetido. Limiar não acrescenta dithering. Ruído aleatório perturba a escolha com uma sequência pseudoaleatória reproduzível, sem inventar um padrão inteiramente novo a cada atualização. Todos os métodos mantêm os valores finais dentro das cores da paleta escolhida.
A paleta automática usa corte mediano sobre uma cópia da fonte com até 256 pixels no lado maior. O resultado fica guardado por imagem e quantidade de cores. Alterar brilho, algoritmo ou força não extrai outra paleta, permitindo uma comparação estável. Alterar a quantidade solicitada gera a extração correspondente. Se a fonte tem poucas cores distintas, podem vir menos entradas que o pedido. Na paleta personalizada, cada cor pode ser editada, acrescentada ou removida.